quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Contabilidade


Na hora de contabilizar o activo e passivo pouco mudou. O imobilizado corpóreo é praticamente o mesmo mas 2009 somou um activo importante, que é do dias contados, da saúde, da vida, dos amigos! 2010 vai trazer novos desafios e a vivência de outros renovados e adormecidos.
A quem faz o favor de cá passar


1 Ano cheio de concretizações e muito Amor!
Tchim-Tchim!

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Sou um relójinho bem afinado


Não há ano que na semana entre o Natal e a Passagem de Ano não ande com uma ponta de febre. A coisa que mais digo é Atchim!!! e com voz de cão com cio...
Sou o verdadeiro "Relógio Suiço".

Estamos em Portugal eu sei...

Mas estranho que as pessoas estranhem que nesta altura do ano não tenha férias...

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

365 dias depois

Se por um lado a L. me dizia que não há nada a acrescentar um ano depois, o R. disse que nos últimos 365 dias havia somado à curva da felicidade 8 kilitos...
A ver vamos como rebola dentro de um ano...

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Nostalgia de Natal


Gostei dos presentes que me ofereceram mas hoje deu-me a saudade de ser criança e da ânsia de que no sapatinho estivesse "aquela pista de comboios" pela qual havia comido sopa nos últimos meses!

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Feliz Natal!

Este foi um dos postais de Natal que enviei pelo Correio a um grupo restrito de pessoas de quem gosto! (ficaram de fora algumas pessoas de quem não tinha a morada, nem forma de pedir que não fosse directamente, estragando o efeito surpresa).
Quero por isso partilhar-lo aqui com todos vocês [e deixem-me particularizar a Flá], que fazem o favor de passar por cá, com os votos de que tenham um Feliz Natal!

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Modernices...


O meu Avô faleceu há uma serie de anos...
O meu Avô ensinou-me a tanger a vaca que eu orgulhosamente chicoteava até ao campo do rio.
O meu Avô conduzia o semeador enquanto eu puxava e incentivava a vaca a andar puxando a soga...
O meu Avô se hoje cá estivesse haveria de me perguntar:" nessa merda de agricultura virtual como é que se tange a vaca????"
...Há coisas que por muito que a tecnologia avance só podem ser feitas devidamente na sua versão original:
"Heiii toura!!! Oupa! Anda Toura!!! Heiii" (não é assim na agricultura virtual Avô mas só assim eu sei tanger uma vaca...)

sábado, 12 de dezembro de 2009

Coisas que também eu poderia escrever...

Um dia, ainda um teenager, de cabelos longos e fartos, lá fui para mais uma noite de copos. Eu e meia dúzia de amigos. Vodka pra cá e pra lá! "És muito gira!", o piropo a cada rabo de saia que passa...
Vem uma amiga de escola que me apresenta outra amiga. O efeito vodka
diz-me que tinha ar de metaleira-soft. Teimosamente ela diz depois que eu tinha
bebido muito. Dois lançamentos de pesca e umas tentativas de amaço. Uns kiss's à lambão. Mais um engate...

À amiga saquei o número da amiga. O fixo, que não havia tecnologia móvel com extensão de 9 números. Muito menos sms para o engate fácil.
Depois, no auge de uma carreira, que hoje está quase a finar-se, os Delfins foram mote para novo datting.
Mais uns copos. Curva e contra curva. Linhas contínuas e um banco de pedra (que
eu insisto, entretanto mudou poucos metros de lugar). Mais umas chamadas
telefónicas. Mais umas saidas. Muito sentido de humor. Uns beijos roubados. E um clássico: de rosa vermelha na mão, timidamente (que vodka à tarde era abuso), o palavreado à antiga "queres namorar comigo?". Ela respondeu com o humor que a caracteriza "Nim", com "S".
Tardes de viagens entre o "carocha do amor" e o transporte público que
me levava ao ponto de encontro. Seguiram-se os primeiros meia dúzia de anos. De descoberta. De Amor á teenager. Com tanto divertimento. Com muitas linhas contínuas, por vezes pisadas quase até ao limite da transgressão.

Surgiram também os arrufos e a separação do tipico "um tempo" que é tempo que nunca mais acaba.
Um dia apareci-lhe a casa dentro de uma caixa em forma de embrulho. Ignorou o tesouro e deixou-me cair. Rimos! Beijamos!
Seguiram-se outros anos. De crescimento. De desilusões. De ensinamentos. De construções de castelos que, como todos os castelos, com falta de bases sólidas, acabaram por ruir.
Foram os dias cinzentos. O adiar de passos naturais.
O cansaço. A irritação. A separação.
Passaram-se anos desde aquele dia de vodka.
Estranho.
Desde aquele dia já vivi mil estados de gostar de ti.
Hoje, e vão lá tantos anos, por aqui resiste a camisola que me ofereceste de presente no nosso primeiro Natal "como namorados".
Por aqui resiste o "gosto tanto de ti!" daquele dia em que timidamente, de rosa vermelha na mão, lhe disse "queres namorar comigo?"

Texto de alguém não identificado
Há estórias de Amor engraçadas não há?

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Questão de mentalidade (ou falta dela)


Permanentemente temos a mania, Nós, portugueses, de desvalorizar e menosprezar aquilo que fazemos bem. De duvidar da qualidade de um qualquer português no estrangeiro... E de dar espaço a quem diz mal daqueles que são dos nossos...

Exemplo o-palerma-de-um-espanhol-que-se-diz-bruxo, que fez não sei o quê ao Cristiano Ronaldo, e que vêm em tudo quanto é jornal e revista dos que mais vendem neste Portugal.
E Nós damos maior destaque ao palerma do espanhol que ao Cristiano Ronaldo, de quem só falamos (para dizer mal) quando joga menos bem pela Selecção Nacional...

Triste fado...

domingo, 6 de dezembro de 2009

Uma Playboy sem gaja!

O Ricardo Araújo Pereira esteve há uns anos na Casa das Artes de Famalicão num espectáculo de stand up comedy a que assisti e foi , de todos os que subiram ao palco, aquele que mais brilhou. Acontece que ele subiu ao palco por duas vezes, uma no papel clássico de RAP e depois disfarçado de negro-jogador de basquetebol-manfia da Cova da Moura....
No final comentava com a minha companhia de cadeira "Este RAP é um espectáculo!!"
e diz ela:
Sim...mas fixe-fixe foi aquele pretinho!!!!" :-D

sábado, 5 de dezembro de 2009

Professor Pardal...

... Se os carros e as mulheres nos levam tantos tostões, não dá para fazer um protótipo numa mistura dos dois????

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Hoje disse «sim»

Ao acordar, estranhei todo o enredo.
De tão real.
Foram os figurantes.
As emoções.
O «olhos nos olhos», único, expressivo e real, desse pedaço de tudo que não se vê, adjectivado de Amor.
Foi a retórica caduca, dita de outra forma.
Foi sim porque teve razão de ser!
Talvez o fogo de uma tarde de chuva justifique tamanho enredo...
Talvez um dia pinte este quadro.
Talvez amanhã. Em mais um dia.