sábado, 20 de fevereiro de 2010

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

SE...

Sim senhor, SE eu mandasse neste mundinho amanhã dava um dia de SOL para toda a gente!
Como não mando, diz a meteorologia [sim que estas coisas de SOL é com os meteorologista e não com o nosso PM] , parece que ides gramar com chuva e temperaturas para por o nariz da cor do palhaço do post anterior.
[sim podeis soltar um FODASSE enérgico e gritar que estais fartos desta merda de tempo. Não vos vai adiantar nada mas podeis!]

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

É Carnaval, ninguem leva a mal...


Divertido é não ser reconhecido!!!
[E estabelecer diálogos com pessoas que nos olham quase todos os dias e nem saberem com quem falam! Hoje foi assim...PALHAÇO!]

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

We are the World!!!


(o vinil desta canção, na versão original de 1985, foi aquele que mais rotação fez no gira-discos cá de casa)

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Gelado. Que não do frio.

Hoje sai particularmente tarde do trabalho.
A área em frente estava despida, sem o amontoado de carros que ao longo do dia ocupam o espaço.
Por ali circulava, em desespero, um cão, de médio porte, ainda jovem, tal a energia com que se movia.
Com tanto espaço, ao longe, diria que se estava a divertir... mas não.
Uivava. E de focinho junto ao chão, desesperado, procurava encontrar o rasto de quem ali o deixou. Rodopiava. Voltava ao ponto de partida. Voltava a uivar. Em momento algum deu sinal de resposta ao meu chamamento.
Procurava a referência de uma qualquer besta que ali o abandonou.
Inocente continuava a procurar. Desesperado. Esperançado. Não desistiu.
Imaginem uma criança, pedida dos pais, num qualquer espaço [pode ser num dia de concerto Rock in Rio], entre milhares de pessoas. Uma criança que chora. Desesperada. Com a diferença que este cão, que continua a sua procura, nunca será capaz de articular o nome da besta que o abandonou.
Filhos da Puta!

Não sei se rir ou chorar



A Justiça, em que eu acredito, foi enxovalhada.
A Liberdade, em que sempre vivi, faz-me acreditar que sem jornalismo livre estariamos bem pior.
Eu estou/tenho um série de dúvidas, de ética e de justiça [ou falta dela], acho que isto anda um grande folclore.
[para não levar a coisa para o «triste Fado» do costume].

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

da ausência

ainda não morri.
ainda mantenho lucidez.
apenas ando meio abananado com o espaço onde gravito.
faltam-me as palavras.
ou as que me apetece dizer estão condicionadas pela propriedade de quem sou.
umas quantas caralhadas não resolveriam a(s) questão.
meia dúzia de sopapos seriam exagero.
(de outro contexto aprendi a) «saber escutar [e fazer] silêncios».
justificada a ausência...ponto final, parágrafo.