segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Cóf-Cóf!

A democracia está doente. Diria que, a julgar pelo estado do tempo, gripou.
Na ressaca das eleições registo de discursos «pobres» dos intervenientes. De queixas à abstenção. De simplex que complica.
As pessoas não votam porque estão fartas. De incoerência politica.
As pessoas não votam porque a isso não as obrigam.
Tipicamente nosso.
Reclamamos muito. Fazemos pouco.
(se a exemplo do Brasil o voto fosse obrigatório, se na penalização a quem não exerce o direito de cidadania estivesse por exemplo, o impedimento de exercicio de qualquer função pública ou de emprego público. Ou se, radicalizar, e quem votasse não tivesse acesso à educação ou ao serviço nacional de saúde, estou certo que por cá, fariamos mais e lamentariamos menos. Portugal de muitos Direitos e poucas Obrigações.)

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Diz que é assim..."LYONCE VIIKTÓRYA"

A filha (melhor, o nome da criança) da Luciana Abreu e do Djaló é um fenómeno!
Hoje na Rádio Comercial o assunto dominou a manhã.

Ouçam aqui.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Das memórias

A propósito disto.

O Nicolau, um puro corisco nacional, esperava por mim à porta de casa.
Acho que tinha dotes de adivinho: sempre que chegava a casa «inclinado», ainda com muita conversa para ter a horas tardia, lá estava ele à minha espera...
Era o meu cão.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Um post sério. A sério.

Desde já confesso que para abordar o assunto me debrucei sobre as formas de expressão como iria passar a ideia que aqui quero expor. Ora desde logo este condicionamento é contradição do que escrevo a seguir. Mas é precisamente isso que me preocupa: eu próprio, que entendo a liberdade como posição igualitária em relação ao meu semelhante, já sou condicionado na minha liberdade.
Minorias. É disto que estou a falar. Desde logo a classificação leva-nos para uma discriminação. Ora hoje, socialmente, qualquer que seja a opinião que viole ou contradiga ideias das ditas "minorias"(sejam elas quais forem) é "aimeusantoqueaquelegajoéumistoeaquilo". Pois precisamente: são a porcaria das minorias (classificação discrimonatória que os próprios fazem questão de salientar) que obrigam aos constrangimentos quando em tudo, e na tal liberdade em que eu vivo, sou tudo igual ao meu semelhante! Não pode por isso o meu semelhante, sendo rico, cigano, gay, preto ou outra coisa qualquer, ter mais direitos e meios de defesa dos mesmos que eu!

terça-feira, 4 de janeiro de 2011