terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Das memórias

A propósito disto.

O Nicolau, um puro corisco nacional, esperava por mim à porta de casa.
Acho que tinha dotes de adivinho: sempre que chegava a casa «inclinado», ainda com muita conversa para ter a horas tardia, lá estava ele à minha espera...
Era o meu cão.

4 comentários:

Elsa Costa disse...

São os nossos melhores amigos....

Isandes disse...

E a minha Sofia? Tá a fazer 2 meses...

Bruno Marques disse...

Os animais nunca nos abandonam e estão sempre presentes. E essa é a boa memória que tens do teu cão.

Jorge Rita disse...

Curioso Bruno, tenho alguns amigos a quem apelido de "animal!"

Isandes: no 1º dia transbordava energia. Pena, mas melhor assim.
Não falamos a mesma linguagem para lhes perceber as queixas.

Elsa: não são mentirosos, pelo menos! :)